sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A MULTIDÃO NÃO TEM MEMÓRIA PRÓPRIA, ESTÁ A MERCÊ DA MÍDIA E DO SISTEMA NACIONAL DE ENSINO

Como todos os meninos da escola na minha época, eu não podia cantar o Hino Nacional ou prestar um juramento à bandeira sem sentir que estava participando de uma pantomima. A gente ria às escondidas, fazia piadas, compunha paródias escabrosas.

Os símbolos do patriotismo, para nós, eram o supra-sumo da babaquice, só igualado, de longe, pelos ritos da Igreja Católica, também abundantemente ridicularizados e parodiados entre a molecada, não raro com a cumplicidade dos pais. Os professores nos repreendiam em público, mas, em segredo, participavam da gozação geral. 
Cresci, entrei no jornalismo e no Partido Comunista, freqüentei rodas de intelectuais. 
Fui parar longe da atmosfera da minha infância, mas, nesse ponto, o ambiente não mudou em nada: o desprezo, a chacota dos símbolos nacionais eram idênticos entre a gente letrada e a turminha do bairro. 
Na verdade, eram até piores, porque vinham reforçados pelo prestígio de atitudes cultas e esclarecidas. Graciliano Ramos, o grande Graciliano Ramos, glória do Partidão, não escrevera que o Hino era “uma estupidez”? 
Mais tarde, quando conheci os EUA, levei um choque. Tudo aquilo que para nós era uma palhaçada hipócrita os americanos levavam infinitamente a sério. 
Eles eram sinceramente patriotas, tinham um autêntico sentimento de pertinência, de uma raiz histórica que se prolongava nos frutos do presente, e viam os símbolos nacionais não como um convencionalismo oficial, mas como uma expressão materializada desse sentimento. 
E não imaginem que isso tivesse algo a ver com riqueza e bem-estar social. Mesmo pobres e discriminados se sentiam profundamente americanos, orgulhosamente americanos, e, em vez de ter raiva da pátria porque ela os tratava mal, consideravam que os seus problemas eram causados apenas por maus políticos que traíam os ideais americanos. 
Correspondi-me durante anos com uma moça negra de Birmingham, Alabama. Ali não era bem o lugar para uma moça negra se sentir muito à vontade, não é mesmo? 
Mas se vocês vissem com que afeição, com que entusiasmo ela falava do seu país! E não só do seu país: também da sua igreja, da sua Bíblia, do seu Jesus. Em nenhum momento a lembrança do racismo parecia macular em nada a imagem que ela tinha da sua pátria. 
A América não tinha culpa de nada. A América era grande, bela, generosa. A maldade de uns quantos não podia afetar isso em nada. Ouvi-la falar me matava de vergonha. 
Se alguém no Brasil dissesse essas coisas, seria exposto imediatamente ao ridículo, expelido do ambiente como um idiota-mor ou condenado como reacionário um integralista, um fascista. 
Só dois grupos, neste país, falavam do Brasil no tom afetuoso e confiante com que os americanos falavam da América. 
O primeiro era os imigrantes: russos, húngaros, poloneses, judeus, alemães, romenos. Tinham escapado ao terror e à miséria de uma das grandes tiranias do século (alguns, das duas), e proclamavam, sem sombra de fingimento: “Este é um país abençoado!” Ouvindo-nos falar mal da nossa terra, protestavam: “Vocês são doidos. 
Não sabem o que têm nas mãos”.Eles tinham visto coisas que nós não imaginávamos, mediam a vida humana numa outra escala, para nós aparentemente inacessível. Falávamos de miséria, eles respondiam: “Vocês não sabem o que é miséria”.Falávamos de ditadura, eles riam: “Vocês não sabem o que é ditadura”. 
No começo isso me ofendia. “Eles acham que sabem tudo”, dizia com meus botões. Foi preciso que eu estudasse muito, vivesse muito, viajasse muito, para entender que tinha razão, mais razão do que então eu poderia imaginar. 
A partir do momento em que entendi isso, tornei-me tão esquisito, para meus conterrâneos como um estoniano ou húngaro, com sua fala embrulhada e seu inexplicável entusiasmo pelo Brasil, eram então esquisitos para mim. 
Digo, por exemplo, que um país onde um mendigo pode comer diariamente um franco assado por dois dólares é um país abençoado, e as pessoas querem me bater. 
Não imaginam o que possa ter sido sonhar com um frango na Rússia, na Alemanha, na Polônia, e alimentar-se de frangos oníricos. 
Elas acreditam que em Cuba os frangos dão em árvores e são propriedade pública. Aqueles velhos imigrantes tinham razão: o brasileiro está fora do mundo, tem uma medida errada da realidade. 
O outro grupo onde encontrei um patriotismo autêntico foi aquele que, sem conhecê-lo, sem saber nada sobre ele, exceto o que ouvia de seus inimigos, mais temi e abominei durante duas décadas: os militares. 
Caí no meio deles por mero acaso, por ocasião de um serviço editorial que prestava para a Odebrecht que me pôs temporariamente de editor de texto de um volumoso tratado “O Exército na História do Brasil”. 
A primeira coisa que me impressionou entre os militares foi sua preocupação sincera, quase obsessiva, com os destinos do Brasil. 
Eles discutiam os problemas brasileiros como quem tivesse em mãos a responsabilidade pessoal de resolvê-los. Quem os ouvisse sem saber que eram militares teriam a impressão de estar diante de candidatos em plena campanha eleitoral, lutando por seus programas de governo e esperando subir nas pesquisas junto com a aprovação pública de suas propostas. 
Quando me ocorreu que nenhum daqueles homens tinha outra expectativa ou possibilidade de ascensão social senão as promoções que automaticamente lhes viriam no quadro de carreira, no cume das quais nada mais os esperava senão a metade de um salário de jornalista médio, percebi que seu interesse pelas questões nacionais era totalmente independente da busca de qualquer vantagem pessoal. 
Eles simplesmente eram patriotas, tinham o amor ao território, ao passado histórico, à identidade cultural, ao patrimônio do país, e consideravam que era do seu dever lutar por essas coisas, mesmo seguros de que nada ganhariam com isso senão antipatias e gozações. 
Do mesmo modo, viam os símbolos nacionais – o hino, a bandeira, as armas da República – como condensações materiais dos valores que defendiam e do sentido de vida que tinham escolhido. Eles eram, enfim, “americanos” na sua maneira de amar a pátria sem inibições. 
Procurando explicar as razões desse fenômeno, o próprio texto no qual vinha trabalhando me forneceu uma pista. 
O Brasil nascera como entendida histórica na Batalha dos Guararapes, expandira-se e consolidara sua unidade territorial ao sabor de campanhas militares e alcançara pela primeira vez, um sentimento de unidade autoconsciente por ocasião da Guerra do Paraguai, uma onda de entusiasmo patriótico hoje dificilmente imaginável. 
Ora, que é o amor à pátria, quando autêntico e não convencional, senão a recordação de uma epopéia vivida em comum? 
Na sociedade civil, a memória dos feitos históricos perdera-se, dissolvida sob o impacto de revoluções e golpes de Estado, das modernizações desaculturantes, das modas avassaladoras, da imigração, das revoluções psicológicas introduzidas pela mídia. 
Só os militares, por força da continuidade imutável das suas instituições e do seu modo de existência, haviam conservado a memória viva da construção nacional. 
O que para os outros eram datas e nomes em livros didáticos de uma chatice sem par, para eles era a sua própria história, a herança de lutas, sofrimentos e vitórias compartilhadas, o terreno de onde brotava o sentido de suas vidas. 
O sentimento de “Brasil”, que para os outros era uma excitação epidérmica somente renovada por ocasião do carnaval ou de jogos de futebol (e já houve até quem pretendesse construir sobre essa base lúdica um grotesco simulacro de identidade nacional), era para eles o alimento diário, a consciência permanentemente renovada dos elos entre passado, presente e futuro. 
Só os militares eram patriotas porque só os militares tinham consciência da história da pátria como sua história pessoal. 
Daí também outra diferença. A sociedade civil, desconjuntada e atomizada, é anormalmente vulnerável a mutações psicológicas que induzidas do Exterior ou forçadas por grupos de ambiciosos intelectuais ativistas apagam do dia para a noite a memória dos acontecimentos históricos e falseiam por completo a sua imagem do passado. 
De uma geração para outra, os registros desaparecem, o rosto dos personagens é alterado, o sentido todo do conjunto se perde para ser substituído, do dia para a noite, pela fantasia inventada que se adapte melhor aos novos padrões de verossimilhança, impostos pela repetição de slogans e frases-feitas.
Toda a diferença entre o que se lê hoje na mídia sobre o regime militar e os fatos revelados no site de Ternuma vem disso. Até o começo da década de 80, nenhum brasileiro, por mais esquerdista que fosse, ignorava que havia uma revolução comunista em curso, que essa revolução sempre tivera respaldo estratégico e financeiro de Cuba e da URSS, que ele havia atravessado maus bocados em 1964 e tentara se rearticular mediante as guerrilhas, sendo novamente derrotada. 
Mesmo o mais hipócrita dos comunistas, discursando em favor da “democracia”, sabia perfeitamente a nuance discretamente subentendida nessa palavra, isto é, sabia que não lutava por democracia nenhuma, mas pelo comunismo cubano e soviético, segundo as diretrizes da Conferência Tricontinental de Havana. 
Passada uma geração tudo isso se apagou. A juventude, hoje, acredita piamente que não havia revolução comunista nenhuma, que o governo João Goulart era apenas um governo normal eleito constitucionalmente, que os terroristas da década de 70 eram patriotas brasileiros lutando pela liberdade e pela democracia. 
No Brasil, a multidão não tem memória própria. Sua vida é muito descontínua, cortada por súbitas mutações modernizadoras, não compensadas por nenhum daqueles fatores de continuidade que preservava a identidade histórica do meio militar. 
Não há cultura doméstica, tradições nacionais, símbolos de continuidade familiar. A memória coletiva está inteiramente a mercê de duas forças estranhas: a mídia e o sistema nacional de ensino. 
Quem dominar esses dois canais mudará o passado, falseará o presente e colocará o povo no rumo de um futuro fictício. 
Por isso o site de Ternuma é algo mais que a reconstituição de detalhes omitidos pela mídia.
É uma contribuição preciosa à reconquista da verdadeira perspectiva histórica de conjunto, roubada da memória brasileira por manipuladores maquiavélicos, oportunistas levianos e tagarelas sem consciência.
Perguntam-me se essa contribuição vem dos militares? Bem, de quem mais poderia vir?


Fonte: Fonte: Olavo de Carvalho, filósofo

sábado, 17 de setembro de 2011

ABORTO, ASSASSINATO SILENCIOSO


Isso não é intromissão, é assassinato

Albert Mohler
22 de agosto de 2011 (AlbertMohler.com/Notícias Pró-Família) — Eufemismos são o refúgio da covardia moral, e nenhum eufemismo é tão covarde ou tão mortal quanto a “redução” — uma palavra que soa como matemática, mas realmente significa assassinato. A edição de 14 de agosto de 2011 da revista The New York Times Magazine deixa esse fato claro em sua matéria de capa, “The Two-Minus-One Pregnancy” (A gravidez de dois menos um).
RUTH PADAWER
A jornalista Ruth Padawer primeiramente leva seus leitores à sala de exames de um obstetra que está para abortar um dos dois fetos dentro do útero de uma mulher identificada como “Jenny.” Padawer escreve:
"Enquanto estava deitada na mesa de exames do obstetra, Jenny estava grata que o técnico de ultrassom havia desligado a tela no alto. Ela não queria ver as duas sombras flutuando dentro dela. Desde que havia feito sua decisão, ela havia tentado com todas as forças não pensar sobre elas, embora muitas vezes não conseguisse pensar em quase mais nada. Ela estava com 45 anos e grávida após seis anos de contas de fertilidade, injeções de ovulações, óvulos de doadoras e desapontamentos — mas aí estava ela, já na 14ª semana de gravidez, escolhendo extinguir um dos dois fetos saudáveis, quase como se fosse ter metade de um aborto. Quando o médico introduziu a agulha no abdome de Jenny, mirando um dos fetos, Jenny tentou não demonstrar medo, apanhada entre intenso alívio e intensa culpa."
É claro que Jenny “não estava tendo metade de um aborto”, pois ela estava abortando um bebê que estava tão vivo quanto seu irmão gêmeo. A “redução” de múltiplas gravidezes é agora parte da atividade profissional de obstetras, embora em grande parte seja uma prática mantida oculta dos olhos do público. Ruth Padawer explica que a necessidade de reduções é induzida por avanços nas tecnologias reprodutivas e pela hesitação de muitas mulheres de aceitar uma gravidez múltipla. Algumas das drogas de fertilidade mais amplamente usadas aumentam a probabilidade de uma gravidez múltipla, como é comum nos procedimentos normais de fertilização in vitro.
Esse procedimento foi proposto pela primeira vez como um meio de reduzir o risco de ter três ou mais bebês numa única gravidez. Em anos mais recentes, vem aumentando de modo gradual a exigência de reduzir gêmeos para que a gravidez seja apenas de um único bebê. Num centro médico da cidade de Nova Iorque, mais da metade de todos os procedimentos de redução eram para reduzir gêmeos para fazer com que a gravidez fosse de apenas um bebê. A reportagem de Padawer é em grande parte sobre esse fenômeno, pois a redução de uma gravidez de gêmeos para que no resultado final haja só um bebê não tem nada a ver com uma medida de aumentar as chances de um parto saudável, mas com uma medida para aumentar sinistramente o que equivale à preferência pessoal.
Jenny deixa isso claro. Ela explica que havia concebido por meio da fertilização in vitro e uma doadora de óvulos. Se a gravidez tivesse ocorrido naturalmente, ela disse: “Eu não teria reduzido essa gravidez, pois a gente sente que há uma ordem natural, então não queremos perturbá-la”. Apesar disso, “A gravidez foi toda tão voltada ao comércio, para começo de conversa, que esse problema se tornou apenas mais outra coisa que poderíamos controlar”.
Essas palavras fazem uma revelação estupenda. Aqueles que têm tentado justificar todo e qualquer meio de controlar a reprodução precisam enfrentar com honestidade o fato de que criaram o que equivale a um mercado de consumo onde os bebês são o produto — e as consumidoras acabam achando alguém para fornecer o que elas exigem. No que se refere à vida humana, o palco está pronto para a exibição de tragédias.
Em sua reportagem, Ruth Padawer diz que no início, por motivos morais, os obstetras demonstravam hesitação para reduzir gêmeos de modo que a gravidez ficasse com apenas um bebê, e muitos médicos que realizam reduções se recusam a reduzir para menos de gêmeos. Mas a prática está aumentando, refletindo uma mudança nos costumes médicos. Ela traça o perfil do Dr. Mark Evans, que na primeira vez recusou reduzir gêmeos por razões morais. Em 1988 ele foi um dos autores de normas éticas para reduzir gravidezes que declarou que as reduções para menos de gêmeos era antiética. Evans escreveu que os médicos não deveriam se permitir se tornarem “técnicos para atender os desejos de nossas pacientes”.
Contudo, em 2004 o Dr. Evans reverteu sua posição na questão. Padawer explica a justificativa dele:
"Em primeiro lugar, à medida que mais mulheres na faixa etária dos 40 e 50 anos engravidavam (muitas vezes graças aos óvulos de doadoras), elas fizeram pressões para que houvesse reduções de dois para um bebê por razões sociais. Evans compreendia o motivo por que essas mulheres não queriam chegar aos 65 anos de idade se preocupando com dois adolescentes tempestuosos ou duas contas de despesas universitárias. Ele observou que muitas das mulheres estavam em seu segundo casamento, e embora elas quisessem criar um bebê com seu novo marido, elas não queriam dois, principalmente se já tinham filhos de um casamento anterior. Outras haviam adiado engravidar para se dedicarem a uma carreira profissional ou para estudos, ou eram mulheres solteiras cansadas de esperar o parceiro certo. Quaisquer que fossem os motivos particulares delas, essas pacientes concluíram que não tinham os recursos para lidar com o caos, gritos estereofônicos e exaustão de criar gêmeos."
Observe com cuidado que a justificativa oferecida para matar um bebê em gestação é claramente identificada como “razões sociais”. Não dá para se levar a sério a justificativa médica que ele citou, mesmo quando ele cita “estudos recentes” que “revelaram que os riscos de gravidezes de gêmeos eram maiores do que se pensava antes”. Conforme esse artigo deixa abundantemente claro, o principal risco de uma gravidez de gêmeos hoje é o risco de que um dos gêmeos será intencionalmente abortado.
“A ética”, o Dr. Evans disse para Padawer, “se desenvolve com a tecnologia”. Essa é a base para a ética médica assassina. A Cultura da Morte trabalhou até se introduzir na lógica da moderna ética médica ao ponto em que esses obstetras justificam o assassinato de bebês saudáveis apenas porque os pais não querem o peso de gêmeos.
Padawer permite que muitas das mães que buscam reduções falem de suas intenções sem nenhum esforço de filtrar a linguagem delas. Certa mãe disse que sentia como se sua gravidez de trigêmeos “fosse um monstro”. Ela acabou achando o Dr. Evans, que reduziu sua gravidez, deixando no final apenas um bebê. De forma nua e crua, Padawer informa que algumas mulheres usam as reduções para escolher o sexo de seu bebê. “Até a década passada, a maioria dos médicos se recusava até mesmo a tocar nessa questão”, relata ela, “mas essa demarcação ética sofreu erosão, à medida que cada vez mais pacientes fazem pressões para ter essa opção e cada vez mais os médicos estão descobrindo que um número muito grande de clientes opta por bebês do sexo feminino”.
Em outras palavras, os abortos de seleção de sexo seriam antiéticos apenas se a demanda por um dos sexos estivesse em desigualdade?
Para seu crédito, Ruth Padawer aponta para o crescente mercado de consumo para bebês como produtos como a raiz de todo esse problema. Ela escreve:
"Vimos a crer que as melhorias não são só nossa obrigação, mas também nossa responsabilidade. Só olhe para a revolução nas atitudes para a seleção de doadores de óvulos e esperma. Na década de 1970, quando a doação de esperma estava decolando, a maioria das clientes eram mulheres casadas que tinham maridos inférteis; muitos casais não queriam saber sobre a fonte da doação. Hoje as pacientes nos Estados Unidos podem escolher doadores com base não só em sua altura, cor do cabelo e origem étnica, mas também em suas realizações acadêmicas e atléticas, temperamento, qualidade dos cabelos e até mesmo o comprimento dos cílios do doador."
“The Two-Minus-One Pregnancy” (A gravidez de dois menos um) é um dos artigos mais importantes de anos recentes. Com franqueza assustadora e firme, Ruth Padawer virtualmente força seus leitores a ver o raciocínio torcido que justifica o assassinato de bebês em gestação, e então tenta esquivar-se da responsabilidade moral chamando o procedimento de “redução”.
Evidentemente, há uma história por trás dessa história. O cruzamento onde as modernas tecnologias reprodutivas e o aborto legal se encontram é agora um lugar mortal para muitos bebês em gestação. No nome da preferência pessoal e por “razões sociais”, algumas mulheres agora exigem que seus múltiplos bebês sejam abortados para que elas tenham apenas o único bebê que querem.
Padawer diz que muitos americanos não se sentem a vontade conhecendo esses fatos, talvez “porque o desejo de mais escolhas entre em conflito com nosso sentimento de desconforto de se intrometer mais e mais em aspectos da reprodução”.
Mas o procedimento tão desonestamente chamado de “redução” não tem realmente a ver com mera “intromissão”. É assassinato.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

ABORTO E PROBLEMA MENTAL, A CIÊNCIA SABIA DISSO FAZ TEMPO...


Mulheres que abortam têm mais chances de ter problema mental

Quando o sentimento de culpa é armazenado pode gerar depressão, medos e alterações emocionais mais graves. Foto: Getty Images
ESTUDO CONCLUIU: ABORTO PODE AUMENTAR EM 155% CHANCES DA MULHER COMETER SUICÍDIO
Foto: Getty Images
Mulheres que fazem abortos têm quase o dobro de risco de desenvolver problemas mentais em comparação com as demais pessoas, segundo estudo. A pesquisa descobriu que o aborto afeta a saúde mental e pode causar ansiedade, depressão, alcoolismo, abuso de drogas e suicídio. As informações são do Daily Mail.
O estudo foi baseado em uma análise de 22 projetos separados que avaliaram as experiências de 877 mil mulheres, das quais 163,831 tinham abortado. Os resultados apontaram que mulheres que se submeteram ao aborto tiveram um risco 81% maior de problemas de saúde mental e quase 10% das doenças mentais mostraram ligação direta com o ato.
A pesquisa concluiu que o aborto estava relacionado a 34% de aumento de chances de transtornos de ansiedade, 37% de depressão, 110% de aumento de risco do abuso do álcool, 220% do uso de maconha e 155% mais chances de suicídio.
Fonte: Notícia